13 de dez de 2011

FELIZ NATAL E FELIZ ANO NOVO

Mais um ano chega ao fim. Mais uma etapa da vida  vai se encerrando para dar espaço ao novo. Mais um ano que comemoramos o nascimento daquele que mudou o mundo. Quero agradecer imensamente a DEUS por nos ter dado o privilégio de nos presentear com seus ensinamentos através do  verbo que se fez carne: JESUS

Que no ano que se aproxima você e sua familia construam cada vez mais uma relação íntima e sincera com JESUS. O mundo acabando ou não!


FELIZ NATAL E UM ÓTIMO 2012 

27 de out de 2011

PACO DE LUCIA

Paco de Lucia é maestro absoluto quando o assunto é guitarra flamenca. É praticamente impossível falar em música flamenca dissociada da figura serena de Paco ao violão, assombrando a todos com sua destreza, criatividade e poesia melódica. Pode-se afirma que foi um dos maiores responsáveis pelas mudanças mais significativas na execução deste gênero musical ao violão, sendo assim considerado, por muitos, o 'pai' do flamenco contemporâneo.
Iniciou aos doze anos, ao lado do seu irmão Pepe: eram 'Los chiquitos de Algeciras'. Neste período foi premiado no Concurso Internacional de Jerez (1962). Mas será ao lado de Camarón de la Isla, seu 'irmão flamenco', que construirá uma mundialmente sólida carreira no cenário flamenco.
Para compreendermos a importância deste talentoso músico espanhol, nada melhor do que as palavras de um profissional da área:

Paco de lucia por tito gonzales (em português)

Paco de lucia - Biografia (em espanhol)

CARMEN AMAYA

Carmen amaya é uma das internacionalmente mais conhecidas dançarinas de flamenco do século XX. Admirada por todos os que apreciam a arte flamenca, seu talento e personalidade a converteram em uma verdadeira lenda da dança andaluza.
Muitos foram os que se renderam aos encantos da abrasadora força de seu 'duende'. Charlin Chaplin, Greta Garbo, Orson Welles, Fred Astaire e até mesmo o presidente Whilston Churchill, lhe renderam os mais calorosos elogios de admiração. Foi também cantora, mas o seu talento para dança eclipsou essa faceta de sua carreira. Sua morte prematura, as lendas que até hoje são contadas em torno de sua maneira simples e generosa de tratar a todos e o seu talento nato, a converteram em uma das estrelas maiores da constelação dos artistas flamencos modernos.
Carmen amaya jamais entrou em um tablado ou escola de dança para aprender. Ela desenvolveu sua forma de dançar e cantar flamenco nas ruas de Somorrostro, bairro instinto de Barcelona, onde se apresentava para ganhar dinheiro. Das ruas passou para os grandes teatros de Madri, e de lá para o mundo realizando turnês e filmes que lhe renderam as pedras do alicerce de sua carreira meteórica. Ela morreu aso 50 anos, por enfermidade renal.
A sua técnica inimitável até hoje assombra pela força, generosidade e destreza:

Para conhecer mais sobre ela, disponibilizamos uma biografia resumida no link abaixo:

Carmen Amaya (espanhol)

CAMARÓN DE LA ISLA


Camarón de la Isla, um artista de vital importancia para se compreender o canto 'jondo' flamenco contemporâneo. Muitos o consideram um dos maiores cantores no gênero. Ele foi um revolucionário do canto espanhol, junto com Enrique Morente, ao provocar o renascimento de um gênero que estava atravessando uma grave crise cultural e criativa no cenário artístico espanhol e ele o fez respeitando a essência do flamenco. 
Sua trajetória profissional, e morte prematura, foram responsáveis por criar legiões de admiradores em todo o mundo até os dias de hoje.

Em 1968 ele iniciou uma renovação e ampliação de sua linguagem musical e a partir de 1979 intensificou seus esforços para fazer da arte flamenca um gênero artístico mundial. Justificava as duras críticas dos  mais 'puristas' dizendo que não fazia sentido cantar da mesma forma que os outros como um 'disco', sem dá algo de si mesmo enquanto produzia e cantava. Tanto imprimiu um toque pessoal e generoso que se tornou marco histórico, mestre de toda uma geração e ícone artístico imortal. Seu trabalho 'La leyenda del tiempo', dentre as 19 magníficas obras discográficas que nos deixou, é o mais comentado e  criticado por sua grande inovação.

    Quer saber mais sobre ele?


CAMARON DE LA ISLA (em espanhol)











11 de out de 2011

FLAMENCO UM GRANDE PARADOXO PESSOAL

Comentário escrito por uma das participantes da Aula de Dança Flamenca, que integra o projeto 'Almodóvar e Kahlo: Estéticas Constituintes para Processos Criativos/UFRN:





"A minha impressão do Flamenco através desse texto e da vivência até hoje é de uma arte que se constrói a cada dia, não existe um conceito fechado, o Flamenco não se encerra, ele é literalmente uma metamorfose ambulante, que por onde passa incorpora elementos, e até se moderniza, porém sem perder sua essência. Comparo com o ser humano, olhamos para as pessoas próximas, ou para nós mesmos e sabemos até de onde viemos, mas não sabemos explicar como nos tornamos o que somos, pois cada pessoa que passou em nossas vidas nos trouxe e também nos levou algo. Cada experiência que vivemos, cada filme, livro, comida, em resumo, tudo o que experimentados ou contemplamos foi um tijolo para a construção do nosso “eu”.
Tampouco sabemos aonde chegaremos, temos diretrizes na vida, mas não somos robôs que apenas seguimos regras ou comandos.
Assim eu vejo o Flamenco, por ter forte influência dos povos ciganos que foram disseminando a Arte Flamenca, podemos imaginar a imensidão de lugares, de pessoas, que passaram pelo Flamenco e também aquelas em que o Flamenco passou por elas, com essa força, essa intensidade tão peculiar.
No texto o que mais me chamou atenção foi o seguinte trecho:
“É uma dança cara por excelência, apesar de suas origens humildes. Ela te exige a alma, o espírito, o corpo e os recursos (financeiros e temporais).”
A cada aula percebo o quanto o Flamenco vai me exigir, é como se fosse preciso arrancar todas as capas, tirar as roupas e até mesmo a pele que usei até hoje. Parece demais, no entanto  logo o medo dá lugar à coragem movida pela curiosidade de saber quem eu sou, quem posso ser e até onde posso chegar.
A mágica flamenca está em encontrar em mim características dessa arte que nem eu mesma imaginei, um grande paradoxo, muitas vezes me vejo distante, outras me sinto tão próxima.
O melhor de tudo, de já sentir o Flamenco é me permitir viver com consciência cada sentimento, o medo do novo e a coragem da descoberta."

Carolina Campos

20 de set de 2011

FLAMENCO 'SUDACA'

Bien es sabido por todos, o casi todos, que el origen del Flamenco primitivo se circunscribe a un área comprendida entre Sevilla (con sus pueblos vecinos, Morón, Lebrija, Utrera, etc.), Jerez de la Frontera y Cádiz con sus puertos de Sanlúcar y Santa María. Creo que en esto coinciden todos, o casi todos, los flamencólogos actuales.Lentamente pero sin pausa se ha ido extendiendo a través de los tiempos al resto de Andalucía y las comunidades vecinas hasta llegar a las grandes ciudades de Madrid y Barcelona. Desde los puertos andaluces comenzó su peregrinar por el mundo hasta llegar a las colonias españolas en América de la mano de inmigrantes, marineros, aventureros audaces, que junto a sus modestas guitarras traían sus cantes y bailes.En la España colonial, el flamenco transformó su aire, como no podía ser de otra manera, gracias a las melodías folklóricas locales y los ritmos que de África habían traído los negros esclavos que por ese entonces pululaban por ciudades y campos americanos. Así transformado, ese flamenco-americano regresó a sus orígenes, los puertos del Mediterráneo español y se lo denominó “Flamenco de Ida y Vuelta”, destacándose las Guajiras, Habaneras y Rumbas de Cuba y las Milongas y Vidalitas del Rió de la Plata.Este nuevo “aire” fue el primer aporte realizado por la América Hispana al arte Flamenco e hizo que se refrescara e incrementara el repertorio de los artistas de la península que por ese entonces, principios del siglo XX, se ganaban la vida en los recientemente aparecidos “Cafés Cantantes”, aunque fue tomado como un arte menor, una rama delgada y liviana apenas adherida al viejo tronco del árbol genealógico flamenco.Corrieron los tiempos y la tragedia de loa guerra civil española (1936-1939) obligó a innumerable cantidad de artistas flamencos a huir de sus tierras y ciudades desvastadas para poder continuar así con sus carreras artísticas.América fue nuevamente la receptora de esa corriente de Arte Flamenco siendo las ciudades de México D.F., Caracas y Buenos Aires las más agraciadas. Al término de la cruel guerra muchos de aquellos artistas regresaron a su patria, pero muchos otros se quedaron habiendo formado sus familias y atrapados por el ambiente flamenco que se había formado y las excelentes posibilidades de trabajo gracias a la afición por el Flamenco que había entre los emigrantes españoles y los pobladores locales llegando a competir, muchas veces con ventaja, con las músicas y folklores autóctonos.El natural paso del tiempo y la decadencia económica y social de los países americanos hizo que algunos de los ya muy mayores artistas volvieran a morir a su patria y otros, la mayoría, dejaran sus huesos aquí como una ofrenda a la tierra que los recibiera con los brazos abiertos, pero…..la semilla quedó plantada.Pasaran muchos años de decadencia donde solo llegaba alguna compañía flamenca con figuras de relieve o algún disco grabado en New York o Paris. La televisión pasaba alguna película de folklore andaluz de la era “Franquista”, pero del Flamenco “por derecho”, muy poco y nada. Aún así, la semilla comenzaba a germinar, y cantidad de academias comenzaban a proveer bailaores locales. Cantaores y tocaores eran requeridos por alguna figura que venía de España y formaba compañía en América, grupos locales actuaban por doquier. La escuela que habían iniciado los grandes maestros post-guerra civil comenzaba a dar sus frutos, nacía el “Flamenco Sudaca”.Llamado así con desdén por algunos flamencos españoles y luchando con la falta de información, falta de material grabado y escrito, falta de contacto con las fuentes del Flamenco, llegaron los años ´70 en que la historia dio otro vuelco, había llegado la era de las comunicaciones en gran escala, y llegaron los discos, los videos, las películas de Saura, los conciertos de Paco de Lucía y Camarón, las clases maestras de los bailaores que ahora sí venían a América y……. ¡todo cambió!El abismo cultural que existía entre el Flamenco de España y el “Sudaca” que era mucho mayor que el océano que nos separa se achicó, la moderna tecnología hizo que tuviéramos a quien imitar, pues en el arte como en la vida, se aprende imitando y según la cantidad y calidad de ejemplos que tengas a mano para imitar, así será el resultado de tu arte, siempre y cuando tengas el talento y la inteligencia para asimilarlo y el empeño en desarrollarlo a un estilo propio. ¿O tú te piensas que el arte viene con los genes o está en la sangre como algunos creen? A propósito, una vez tuve una discusión sobre este tema con un gran amigo y colega, gitano él, que insistía en aquello de la sangre, la herencia, el sitio de nacimiento, etc...Le dije yo: “Imagínate por ejemplo a un niño gitano nacido en una familia bien calé de un pueblo andaluz bien flamenco y que a los pocos mese de vida te lo llevas y se lo das para que lo críe a una familia del Altiplano Sudamericano, ¿Qué va a salir cantando el niño?, pues no tengas la menor duda que Takiraris, Bagualas y Carnavalitos!!El gitano me miró y aunque sin aceptar mi teoría, me dio a entender que había captado la idea.En lo personal tuve la fortuna de que mi madre, al poco tiempo de llegar de España, con cinco años me metiera en una academia de baile flamenco de mi barrio donde bailé siete años. Por allí pasaron todos los cantaores y tocaores que había en Buenos Aires en ese momento, y en ese ambiente me crié. Ahí conocí la guitarra y me hice artista flamenco, que si la academia hubiera sido de Tango, en este momento estaría tocando a Piazzola, ¡no te quepa la menor duda!El arte es universal, por lo tanto el Flamenco también lo es. Gracias a la globalización, (algo bueno tenía que tener), y a la actual tecnología, hoy podemos encontrar Flamenco y artistas flamencos de excelente nivel en los lugares mas insospechados del mundo y que ni siquiera saben hablar castellano. En mis continuos viajes alrededor del mundo con mi vieja Paulina, (mi guitarra), lo he podido corroborar.Así como las buenas guitarras antiguamente solo se hacían en España, (y solamente en Madrid, Sevilla o Barcelona), hoy se encuentran de igual o mejor calidad en países como Francia, Alemania, Inglaterra, EEUU, Japón, etc., y la de mayor fama y más costosa de las guitarras clásicas, en un pueblito llamado New South Wales de….¡¡¡Australia!!!En los albores del siglo XXI, orgullosamente podemos decir que gracias a la semilla plantada en nuestra gran América por aquellos grandes maestros del Flamenco que a ella vinieron y en ella dejaron su sangre, sus huesos y su arte, finalmente dió sus frutos y hoy en día aquí grabamos discos y videos, escribimos libros de partituras, damos conciertos en festivales de guitarra internacionales, damos talleres en distintos países del mundo, montamos temporadas teatrales y de vez en cuando mandamos algún representante para que triunfe en España como ha ocurrido en más de una oportunidad. Y no es cuestión de comparación, pues ¿Cómo podríamos compararnos con quienes nos llevan tanta ventaja en tradición, historia y en cantidad y calidad de arte y artistas?, ¡Por favor! La cuestión es que se valore un poco más el esfuerzo que hacemos ante tanta desventaja y que cuando un “flamenco sudaca” baile, cante o toque por Soleá, no nos miren por encima de hombro y podamos compartir juntos nuestra pasión y nuestro sentimiento común, ¡El Flamenco! 
 
FONTE: http://www.flamencoenargentina.com.ar/index.php?option=com_content&task=view&id=566

A ARTE FLAMENCA


Por Andrea Souza

...É a recordação mais profunda de minha alma sobre um passado distante. Esquecida por minha mente desde meu novo surgimento. É tentar reencontrar essas lembranças perdidas através da música, do canto, da dança e dos ‘jaleos’. É o que faz sonhar. É viver com ‘dèjá vu’.
O flamenco é o que somos, uma mistura de raças e culturas. Onde pode ser interpretado o filme da vida, com seus altos e baixos, que pode ir da melancolia ao êxtase.
O flamenco é alma, é paixão. Fio mental que faz pulsar o coração, tão importante quanto o ar para os pulmões são seus cantos cheios de emoções. É a força inconsciente traduzindo sentimentos através de movimentos presos ao pensamento. É compreensão profunda de nosso íntimo, descobrir quem realmente somos e o que sentimos.
É boca calando para olhos cantarem. Corpo falando no silêncio das palavras de universo de movimentos formando frases, compondo ao fim uma incomensurável prosa.
Uma arte que não consiste em somente reproduzir o que está visível, mas sim, tornar visível o que está além.

24/08/2007

POESIA: FLAMENCO


Por Anacléa Cruz

Sua origem ninguém sabe.
Ninguém tem total certeza.
Foi formando-se ao longo dos anos
Neste baile de tanta beleza.
Carrega consigo cultural miscigenação
Daqueles que vivem na Península Ibérica
Foi a Espanha o centro, o coração,
E agora já se vão 200 anos de paixão.
Falam-se de ciganos, judeus e árabes
Aqueles que influenciaram o flamenco
Ciganos andaluces com suas danças e cantos populares
As gitanerias expressando dor e tristeza
A forma rítimica árabe, originando as sevilhanas e o sapateado.
Os judeus com seu canto litúrgico sinagogal
Completam a mistura e o emaranhado
Dessa arte que envolve o emocional
Foi em 1850, na parte baixa Andaluz,
Na Triana, Jerez e Cádiz,
Que se toma como certo o nascimento do cante
E a história dessa arte pode ser contada em si
Em Sevilha, surge a primeira academia.
Oferecia as melhores boleras
Com Manuel de La Barreta
Um verdadeiro espetáculo que só ali acontecia
Um século depois é a idade de ouro
Com os bailes e cafés cantantes,
Expandiram-se por outras cidades
Madri, toda Andaluzia, Barcelona e Levante
Soleares e alegrias, tangos e bulerias
São as pontas básicas dessa arte de magia
1910 foi expandida, massificada
Mas depois de 50 anos com a qualidade recuperada
O flamenco assim foi evoluindo
Surgem os tablados e as primeiras discografias
Surgem os livros, as ideias,
E um flamenco cheio de ousadia
Surge a influência de Paco de Lucía e seu violão
Piano, sax, baixo e flauta,
Novos instrumentos vão chegando
Causando revolução
Este é o flamenco
Arte de renovação, transformação.
Arte da mistura
De explosão. De emoção
É a arte de viver e sentir a vida
É o grito mais alto daqueles que a formaram
E o que conseguiram transformar sua dor
Em algo bonito e perpetuável.
26/02/2007

26 de ago de 2011

CURSO DE DANÇA FLAMENCA PARA PROCESSOS CRIATIVOS

 

APRESENTAÇÃO:
Apreciação, vivência e contextualização da dança flamenca tendo na singularidade estética, particularidade técnica e tradicionalidade espanhola alguns aspectos que caracterizam e subsidiam as manifestações coreográficas flamencas na contemporaneidade. Desenvolvimento de processos de ressignificação da dança flamenca a partir da pesquisa e da análise de elementos constituintes das obras cinematográficas de Pedro Almodóvar e iconografia das pinturas de Frida Khalo.

PERIODO:
03 anos

OBJETIVOS:
Capacitar os participantes na perspectiva de saberem identificar, analisar e apreciar a dança flamenca;

Fomentar o uso da técnica de dança flamenca em processos criativos cênicos a partir da ressignificação;

Desenvolver uma metodologia de ensino da técnica flamenca fundamentais aos conceitos contemporâneos de dança e teatro;

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
Ao cumprir o curso, o participante deverá ser capaz de:
       Identificar, analisar, contextualizar e apreciar a dança flamenca;
       Compreender a dança flamenca a partir de contextos históricos, culturais, sociais, políticos e filosóficos;
      Refletir sobre a dança flamenca como expressão cultural espanhola em suas particularidades, considerando os aspectos técnicos e estéticos para uma ressignificação;
      Compreender a relação dança-corpo-cultura percebendo o corpo como um espaço e sujeito sem fronteiras e limites para a vivência múltiplas culturais artísticas;

CONTEÚDO:
A dança flamenca será trabalhada em Processos: Lúdico, Técnico, Lúcido e Criativo.

Processo Lúdico: Melhoria da postura corporal; Apreciação musical; Conscientização corporal

Processo Lúcido: Estudo dos vetores de força e da qualidade do movimento; Estudo de técnicas cênicas em teatro realista; Estudos teóricos sobre o Flamenco;

Processo Técnico: Fundamentos básicos da técnica corporal flamenca; aprendizagem coreográfica de alguns 'palos'; Uso de adereços na dança flamenca;

Processo Criativo: Improvisação; ampliação de repertório de movimentos flamencos; pesquisas de movimentos.

AVALIAÇÃO:
Ousaremos realizar um processo avaliativo contínuo para coleta de dados que diagnostiquem o quanto próximos estamos dos objetivos gerais  pretendidos.

ONDE: DEART/UFRN
INÍCIO DAS AULAS: 27 de Setembro de 2011
PÚBLICO-ALVO: Discentes, funcionários e toda comunidade potiguar
CUSTOS: Gratuito
INSCRIÇÕES: pedroefrida@hotmail.com


 

8 de jul de 2011

APRENDA UM POUCO MAIS SOBRE O FLAMENCO

É necessário esclarecer que todas as fontes que consultei, a única unanimidade acerca da origem precisa do flamenco é que ninguém sabe a data de seu nascimento. O mais provável é que veio se ‘parindo’ e se formando ao longo de vários anos, resultando da confluência cultural de diferentes povos que formaram o próprio povo espanhol, onde essa arte, tal como a temos nos dias de hoje, é conhecida oficialmente há 163 anos oriunda de Andaluzia. Enquanto outras vozes mais conclusivas não encontram o ‘elo perdido’, sigamos ao que realmente interessa e cativa: a arte flamenco. Espero despertar em vocês a mesma paixão que me acompanha há tantos anos com esta série de textos na qual organizei exclusivamente para as aulas de 'Dança Flamenca' que integram o 'Curso de Capacitação de Cultura e Arte Espanhola' do projeto de pesquisa 'Almodóvar e Kahlo: estéticas constituintes para processos criativos':

 
O QUE É O FLAMENCO? - Texto explicativo sobre as características gerais da arte flamenca, vocábulos e etimologia da palavra.

 

O PÁIS FLAMENCO - Relato geral historico-cultural dos países que atualmente o flamenco se manifesta. (Em espanhol).

 

A HISTÓRIA DO FLAMENCO - Breve relato sobre o surgimento e desenvolvimento da arte flamenca na Espanha.

 

Boa leitura!

COREOGRAFIA OPHÉLIA: VIDEO

Fragmento da Coreografia OPHÉLIA, que foi desenvolvida para a disciplina Composição Coreográfica na Mostra de Dança do Curso de Licenciatura em Dança da UFRN:


5 de jul de 2011

MOSTRA DE DANÇA DEART/UFRN: OPHÉLIA

 
 

O meu primeiro trabalho coreográfico a partir dos estudos de Lia Lobatto que estou afortunadamente tomando contato, através da disciplina de Composição Coreográfica, como discente de Graduação da Licenciatura em Dança da UFRN. Segue descrição do mesmo:
 
‘Ophélia’ é um solo flamenco experimental composto a partir da música "alfonsina y el mar".
 
Para a composição deste solo nos concentramos na fala de Gertrudes (mãe de Hamlet e Rainha da Dinamarca) da Cena VII do IV ato. Nesta cena ela informa a Laertes (irmão de Ofélia) e Claudio (Rei da Dinamarca e tio de Hamlet) a morte de Ofélia que enlouquecera após o assassinato do pai e partida de Hamlet.  A descrição poética da morte da jovem nos pareceu o melhor caminho para retratar o sentimento limítrofe de dor e desalento de uma alma feminina com predisposição ao suicídio que foi tema central escolhido para este trabalho acadêmico. O solo foi contextualizado a partir de uma personagem fictícia. Ophélia: uma jovem virgem completamente desprovida de vontade própria e que ambiciona manter-se na sua zona de conforto social da corte espanhola dos Reis Católicos do século XV. No solo, como na personagem homónima de Shakespeare, ela se encontra na situação limítrofe de um afogamento ao deparar com a completa solidão: ela perdera os pais, noivo e o único irmão.
(...)
O resultado final que desejamos alcançar é uma coreografia de estética e técnica flamenca, contudo desenvolvida a partir de estudo de exploração das possibilidades cinéticas do manuseio da bata de cola".